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  • Ozob - Vol.1: Protocolo Molotov - Leonel Caldela e Deive Pazos!!







    Ozob é um pós-humano, construído à semelhança de um palhaço, ele é um humano melhorado que tem somente 4 anos de vida na terra, ele é um palhaço albino ruivo e sofre muito preconceito por isso, sua especialidade é mexer com explosivos. Seu pai ou seu criador é Hans Groop, Hans e seu irmão Kurt foram vendidos pelos pais para a Datadyne quando crianças, Hans tinha uma doença degenerativa e seus pulmões eram muito fracos, seu irmão Kurt Groop tinha os pulmões ainda mais fracos do que Hans, não conseguia falar direito e tinha problemas para andar, para a Datadyne eles não seriam um bom investimento devido as condições de saúde que apresentavam, mas Hans era muito inteligente, com 3 anos de idade ele já lia, escrevia e conversava como qualquer adulto.


    Por se achar responsável pelo irmão, Hans começou a se destacar nos estudos de biologia, medicina e genética e logo se mostrou um ótimo investimento para a Datadyne, aos 7 anos atingiu o nível de pesquisador adulto, depois de alguns anos começou a criar os primeiros pós-humanos, que eram feitos para morrer rápido e trabalhar bem, mas não para formar relacionamentos duradouros, famílias, tradições, cultura ou vínculos fortes, antes que essas coisas pudessem acontecer morriam. Assim Hans criou os palhaços pós-humanos Ozob, Zatati Ratatá, com duas cabeças e três braços, Guzzo, ainda maior e mais musculosa que os outros e Rizzo, atarracado, com corpo pequeno e bracinhos magros de criança.

    Ozob agora com 2 anos se rebela contra o seu criador e contra a Datadyne e resolve fugir e curtir a vida que lhe resta, não demorou muito para ser caçado pelos reguladores, agentes para militares de elite, pago pelas corporações para controlar toda infestação de pós-humanos que fosse detectada em solo terreno, a perseguição já durava doze horas e os agentes estavam perto e acuando Ozob na Cidade Baixa, lugar da escória, dos miseráveis e dos criminosos, que ficava em Delta City conhecida antigamente como Nova York. Foi durante essa fuga que ele conhece os War Roadies, que estão fazendo um show de guerrilha com a sua banda, os integrantes do grupo eram Califórnia, especialista em computadores e a líder do grupo; Johnny Molotov, o guitarrista e vocalista da banda; e Vivika que cuidava da segurança de todos, com a ajuda deles Ozob vai se meter em muita confusão e a sua morte pode estar mais perto do que nunca.

    A história é dividida entre o passado de Ozob, desde o seu nascimento e sua vida nas colônias espaciais e no presente quando ele está com os seus dois anos de vida e fugindo, a história é frenética e tudo acontece rápido demais, brigas, aventuras, sexo, drogas, e por ser rápido demais,O que eu não gostei tanto, na minha opinião A história poderia ser dividida em duas, existem várias referências à cultura pop, punk rock, o nome de cada capítulo é o nome traduzido alguma música de bandas como Califonia Über Alles do Dead Kennedys, muitas bandas e artistas são citados como Kurt Cobain, Jim Morrison, Janes Joplin, Jimi Hendrix, mas em certo momento a quantidade excessiva dessas referências e de todas as novas tecnologias, novas armas  e inteligências artificiais incomoda um pouco e fica cansativo e muito repetitivo.

    O livro é de capa dura e de um capricho de tirar o chapéu, a história tem uma crítica social muito forte, os personagens são ótimos e bem construídos e no decorrer da história conhecemos os passado deles também, mas eu esperava um pouco mais desse livro, tem momentos que a leitura flui e tem momentos que se arrasta, Ozob é um livro que para uns pode agradar e para outros não, como mencionei eu esperava bem mais, a ideia é ótima, mas para mim ficou devendo.













    Segue abaixo a sinopse do livro:


















    Sinopse: Ozob - Vol.1: Protocolo Molotov - Leonel Caldela e Deive Pazos








    O futuro chegou. E é pior do que os nossos pesadelos.

    O século 22 é uma época escura, feita de cibernética, inteligências artificiais, megacorporações que controlam os governos, redes sociais onipresentes, gangues e violência. No centro de tudo, uma metrópole se ergue em plataformas sucessivas, com prédios que se elevam acima das nuvens.

    Construída sobre o que já foi Nova York, Delta City abriga as maiores corporações e milhões de habitantes. Mas, nas ruas sob as plataformas, a Cidade Baixa é o lar de criminosos, miseráveis e escória. O lar de Ozob.
    Ozob, um construto genético encomendado por uma corporação, feito à imagem da mente insana de seu criador. Perseguido por seus irmãos sanguinários, só tem mais dois anos de vida. Para ele, nenhum minuto pode ser desperdiçado.







    4 comentários :

    1. Gostei da resenha Marco. Achei interessante o lance da crítica social, no entanto o excesso de referências, caso não seja bem polido, pode transformar o livro em um verdadeiro catálogo. Abraço!

      www.newsnessa.com

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    2. Oi, Marco!
      Que livro diferente... achei super interessante. Mas confesso que esse Ozob me deu um pouquinho de medo..
      Beijos
      Balaio de Babados
      Participe das promoções em andamento e ganhe prêmios maravilhosos

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    3. Não é o género de leitura pela qual me interesse, mas você fez uma óptima resenha, pena que ficou aquém das suas expectativas.

      MRS. MARGOT

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    4. Olá, Marco.
      Eu não conhecia esse livro ainda. Achei o enredo interessante, no começo me lembrou daquele filme Edward mãos de tesoura hehe. Mas não sei se leria, isso sobre o excesso de referencias me desanimou bastante, ainda mais por ser referencias em assuntos que não tenho muito interesse.

      Prefácio

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